A busca pela felicidade em um mundo individualista!?

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Por: Diego Horta

Desde que o mundo é mundo, buscamos nossa “felicidade” desde os primórdios, sejam elas: profissionais, pessoais ou sexuais. Hoje deparamos com um mundo onde o “pessimismo” ao negativo impera e nunca se ouviu inúmeros discursos da busca pela felicidade.

A felicidade pode-se ser compreendia como empírica e ou adquirida, quando John Stuart Mill escrevia sobre o Utilitarismo, ele afirma que: “Felicidade, entende-se o prazer e a ausência de dor; por infelicidade, e a dor e a privação de prazer”.

Porém o entendimento de felicidade é individual, o que é bom para um pode-se não ser bom para seu semelhante, e vice-versa.

Ainda usando o pensamento de Mill, a felicidade pode ser interpretada como algo “Intuitivo” e “adquirido”, Mill interpretava que o a felicidade intuitiva seriam os prazeres sexuais e os adquiridos, seriam as faculdades mentais.

Embora a busca pela felicidade possa ser individual, sua intensidade é que determina quanto importante para sua conquista.

Uma pessoa com pouco estudo pode satisfazer-se com pouco e ser mais feliz cujo aquele proveniente de um ‘intelecto maior’? Ainda usando o pensamento utilitarista, Mill afirmava que: “Melhor seria um homem insatisfeito que um porco satisfeito”, “melhor ser Sócrates insatisfeito do que um tolo satisfeito”. Contentar-se com pouco desqualificaria o ser? Ou o ato de conforma-se com sua realidade e não buscar sua felicidade seria um equívoco?

O bem maior que temos é a nossa felicidade, algo que não tocamos porém sentimos. Desde que o homem entende-se por homem vem a sua busca, como já abordado a felicidade pode ser empírica ou adquirida. A forma empírica vem dos costumes: sociais, familiares ou religiosos.

Usamos o entendimento religioso que Deus quer o bem de seus filhos, sabendo-se que, que a felicidade é um bem maior, então sua felicidade estaria garantia, pois Deus garantia isso. Acomodar-se na espera que sua felicidade mude ou acreditar que é infeliz por que Deus assim desejou seria então pejorativo ao ser. A conquista da felicidade depende unicamente do ser motivado, entretanto, o entendimento é subjetivo para cada pessoa, muitas vezes o meio social pode-se determinar seu entendimento.

Podemos ser felizes sim, basta querer, a satisfação deva de vir com uma introspecção dos seus pensamentos, se aquilo realmente é o que deseja, se aquela vontade não seria um desejo inferior, algo que queremos apenas naquele momento. Sua conquista será satisfatória quando se ‘auto’ compreender, apenas seus desejos e pensamentos mais íntimos, podem granjear seus passos rumo sua felicidade.

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