Arquivo da categoria: Rede Globo

A lógica da mídia corporativa

Esse vídeo mostra a lógica da mídia corporativa.

Imagens valem mais do que palavras. Sobre a dívida pública brasileira.

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MERD TV! SÉTIMO LINK!

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Novidades sobre o processo de sonegação da GLOBO

Agradecemos ao nosso companheiro Hugo pelas notícias.

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Gilmar soltou quem roubou processo da Globo

Funcionária foi filmada ao roubar o processo, foi condenada e Gilmar (sempre ele !) mandou soltar.

O Conversa Afiada reproduz a sequência da investigação iniciada pelo Miguel do Rosário, no Cafezinho; com Rodrigo Vianna, que denunciou o sumiço do processo contra a Globo; o Azenha, que comprova que a funcionária foi flagrada e condenada pela Justiça; e, finalmente, o incansável Stanley Burburinho, que localizou a histórica decisão de Gilmar Dantas (*) – ele se inscreve na História da Magistratura Brasileira de forma indelével ! Não é isso do Dr Abdelmassih ?:
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Bomba! O mensalão da Globo!

O Cafezinho acaba de ter acesso a uma investigação da Receita Federal sobre uma sonegação milionária da Rede Globo. Trata-se de um processo concluído em 2006, que resultou num auto de infração assinado pela Delegacia da Receita Federal referente à sonegação de R$ 183,14 milhões, em valores não atualizados. Somando juros e multa, já definidos pelo fisco, o valor que a Globo devia ao contribuinte brasileiro em 2006 sobe a R$ 615 milhões. Alguém calcule o quanto isso dá hoje.

A fraude da Globo se deu durante o governo Fernando Henrique Cardoso, numa operação tipicamente tucana, com uso de paraíso fiscal. A emissora disfarçou a compra dos direitos de transmissão dos jogos da Copa do Mundo de 2002 como investimentos em participação societária no exterior.  O réu do processo é o cidadão José Roberto Marinho, CPF número 374.224.487-68, proprietário da empresa acusada de sonegação.

Esconder dólares na cueca é coisa de petista aloprado. Se não há provas para o mensalão petista, ou antes, se há provas que o dinheiro da Visanet foi licitamente usado em publicidade, o mensalão da Globo é generoso em documentos que provam sua existência. Mais especificamente, 12 documentos, todos mostrados ao fim do post. Uso o termo mensalão porque a Globo também cultiva seu lobby no congresso. Também usa dinheiro e influência para aprovar ou bloquear leis. O processo correu até o momento em segredo de justiça, já que, no Brasil, apenas documentos relativos a petistas são alvo de vazamento. Tudo que se relaciona à Globo, à Dantas, ao PSDB, permanece quase sempre sob sete chaves. Mesmo quando vem à tôna, a operação para abafar as investigações sempre é bem sucedida. Vide a inércia da Procuradoria em investigar a privataria tucana, e do STF em levar adiante o julgamento do mensalão “mineiro”.

Pedimos encarecidamente ao Ministério Publico, mais que nunca empoderado pelas manifestações de rua, que investigue a sonegação da Globo, exija o ressarcimento dos cofres públicos e peça a condenação dos responsáveis.

O sindicato nacional dos auditores fiscais estima que a sonegação no Brasil totaliza mais de R$ 400 bilhões. Deste total, as organizações Globo respondem por um percentual significativo.

A informação reforça a ideia de que o plebiscito que governo e congresso enviarão ao povo deve incluir a democratização da mídia. O Brasil não pode continuar refém de um monopólio que não contente em lesar o povo sonegando e manipulando informações, também o rouba na forma de crimes contra o fisco.

Fonte: http://www.conversaafiada.com.br/pig/2013/06/28/globo-sonegou-i-renda-a-dilma-vai-cobrar/

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O gigante sonha que acordou e pode ser golpeado (ou “Como a Globo virou o jogo”)


Na novela Flor do Caribe, atores globais interpretam caçadores da Força Aerea Brasileira. Seguindo a escola Goebles de propaganda política, a globo tem usado suas novelas para promover a imagem das forças armadas; outro exemplo foi Salve Jorge.
 por Leandro Cruz
Na novela das dezoito horas, Flor do Caribe, a Aeronáutica é mitificada; e adolescentes que sempre dormiram na aula de História (ou não tiveram acesso à educação) tatuam o emblema da cobra fumando em seus bracinhos magrelos. Os militares também apareceram como redentores da sociedade na recém-encerrada novela, Salve Jorge, das 21 horas. Em Salve Jorge, o exército, de modo especial a cavalaria, foi elevado a um patamar inédito no imaginário popular. Foi uma propaganda do tipo “Aliste-se Já!” que durou meses.
Um “golpe branco” (ou mais escuro se for preciso), como plano de contenção vem sendo preparado pelo alto escalão do Exército em parceria com os ruralistas e corporações (dos ramos de energia, comunicação, mineração e armas) conforme atestam, como provas históricas, o artigo da senadora Kátia Abreu (PSD), de outubro de 2011, intitulado “Constituinte em tempos de paz” e o discurso do general Enzo no dia do exército (19 de Abril) de 2012. O general Enzo dizia estar atento à conjuntura e antevendo o que estaria por vir:  “Visualizo tempos desafiadores. O Brasil cada vez mais precisa do seu Exército com capacidade de dissuasão e pronta resposta”, disse há pouco mais de um ano.
Antes disso, irritada com a demora para da tramitação do novo Código (anti)Florestal, a senadora Kátia Abreu escrevia considerar que “Há muita coisa na Constituição que se tornou um obstáculo a uma gestão racional do Estado e ao equilíbrio entre direitos e deveres”. Segundo ela “As ideias dominantes sobre o funcionamento do Estado, da economia e da sociedade no Brasil de 1988 já não existem mais, não servem mais.(…), precisamos de um Estado muito diferente do que foi cristalizado pelas ideias da Constituição brasileira.”
Por que esse grupo planejaria uma ruptura institucional se tais grupos já se encontram no poder, controlando o Senado, determinando a política de terra, energia e até as intervenções militares em terras indígenas? As eleições de 2010 já haviam demonstrado a nascente influência das redes sociais no processo político brasileiro.  Além disso, motivados pela revolta engasgada com as injustiças sociais e a violência policial, jovens do Norte da África e Oriente Médio se mostravam capazes de organizar processos de revolução e insurgência de uma hora para outra. O exemplo poderia se espalhar, como se espalhou, para além do mundo árabe, e a América Latina, com suas mazelas históricas, sempre foi campo fértil para corações rebeldes. É preciso lembrar que o principal fator deflagrador da Meia Revolução Egípcia de 2011 foi a extrema violência e injustiça das ações policiais contra os cidadãos, problema que no Brasil também é endêmico.
É preciso que levemos em conta os planos expansionistas da poderosa bancada ruralista de Kátia Abreu, que sonhava com a aprovação do novo Código Florestal Brasileiro ainda em 2011, o que sabiam que não poderiam fazer sem oposição. Mesmo que a comunidade científica brasileira tenha alertado e tenha desagradado parte da população, a pequena parte que de alguma forma acompanhou os debates sobre esse tema, o Código foi aprovado sem que esse fosse o estopim para um levante civil contra o sistema político falsamente representativo, onde a classe política representa apenas aos seus interesses e aos de seus patrocinadores.
O Brasil perdeu, numa emenda só, 22 milhões de hectares de mata nativa, o equivalente ao estado do Paraná, ou 22 milhões de campos de futebol. Com as novas regras, pessoas que já eram extremamente ricas e donas de áreas enormes, poderão desmatar ainda mais perto de beiras de rios, encostas e etc., prejudicando a todos, já que assim perderemos consequentemente boa parte de nossas nascentes de água, de nossa biodiversidade e da capacidade do planeta de produzir oxigênio, e limpar o ar que a civilização industrial polui. Se uma chuva de bombas nucleares lançado por alguma potência estrangeira tivesse causado tamanho impacto concentrado e de uma só vez, talvez a população do Brasil e do mundo tivesse se chocado e se levantado de fato contra alguém que fizesse uma barbaridade dessas. No entanto, a alienação causada pelo estilo de vida urbano e a televisão, que distrai o povo com outros assuntos menos importantes, foram mais do que suficientes para apaziguar a população.
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TV pública argentina destrói a Rede Globo

Vejam como a TV Pública Argentina destrói o discurso midiático da Rede Globo

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E o Oscar de melhor atriz vai para……

oscar

 

Quem concorda compartilha =)

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Nunca irão nos parar!

merdtv

Olá pessoal,

nessa semana excluiram a nossa conta no youtube,  isso só mostra o quanto estamos incomodando, lembrando que o nosso canal tinha mais de 4 milhões de visualizações.

Aos sabotadores de plantão, sim, sabemos que vocês acessam o nosso site e que nos vigiam a todo momento, saibam que a MERD TV é uma idéia e por isso nunca poderá ser abalada, vocês podem apagar a nossa conta, mas outras serão criadas, e podem ter certeza que isso só será combustível para que continuemos AINDA MAIS na luta para abrir os olhos do povo.

Avante guerreiros! Nunca nos calarão!

Pra quem quiser nos acompanhar no Facebook:  http://www.facebook.com/pages/MerdTV/283843084985812?fref=ts

Nosso novo canal no Youtube:
http://www.youtube.com/user/merdtvreal?feature=watch

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Os 10 maiores conglomerados de mídia do Brasil

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Organizações Globo

Com 383 veículos, sendo 69 próprios, as Organizações Globo se destacam como o principal conglomerado do Sistema Central de Mídia do Brasil. São 40 grupos afiliados que juntos detêm 111 emissoras de TV, 168 rádios comerciais, uma rádio comunitária, 37 jornais, 27 revistas, 9 operadoras de TV a cabo, 10 de MMDS, 1 de DTH, 2 canais TVA e 17 programadoras de TV por assinatura.

Em termos percentuais, o grupo carioca, controlado pela família Marinho, distribui conteúdo para 26% das geradoras de televisão, 4% das rádios e 3,6% dos jornais do país. Além disso, controla a maior rede de televisão do Brasil e três de rádio, entre elas a maior de rádio AM e a maior de rádio FM, e um sistema de retransmissão de televisão com 3.305 estações, ou 33% da base instalada.

Grupo Sílvio Santos

O segundo maior conglomerado de comunicação do Brasil em termos de número de empresas possui relação com 195 veículos. São 58 emissoras de televisão, 112 rádios comerciais, uma rádio comunitária, 12 jornais e uma operadora de TV a cabo, 10 de MMDS e uma de DTH. Ou seja, representa 14% do total de emissoras de TV, 3% da base de rádios e 1% dos jornais. Controla o Sistema Brasileiro de Televisão (SBT) e a segunda maior malha de distribuição de conteúdo. São 1.441 retransmissoras de televisão, ou 14% da base instalada.
Ao contrário de outros líderes do Sistema Central de Mídia, o grupo Sílvio Santos possui apenas 10 veículos próprios, sendo todas emissoras de TV. O reduzido controle direto de veículos e a nula diversificação de mídias faz o conglomerado paulista uma exceção entre os principais integrantes do SCM, que costumam investir na concentração diagonal.

Bandeirantes

Conglomerado essencialmente ligado à comunicação social eletrônica, em nível nacional o grupo Bandeirantes é o maior controlador direto de rádios. Ao todo são 23 emissoras.

A forte presença no rádio é resultado do investimento de uma família que não era originária do mercado de mídia impressa. Tudo começou em 1948, quando João Saad colocou no ar a Rádio Bandeirantes. Apostando no jornalismo, a programação da emissora tinha na . O número é bastante significativo considerando que dos 190 veículos com relação direta ou indireta, 47 são próprios. Isso o transforma no terceiro maior grupo nacional com a quarta maior rede de televisão. Em termos gerais, são 45 emissoras de TV, 117 rádios comerciais, 12 jornais, 13 operadoras de TV a cabo, uma de MMDS e duas programadoras de TV por assinatura. Ou seja, representa 10,6% do total de emissoras de TV, 3% da base de rádios e 1% dos jornais. Controla duas redes de televisão – Band e PlayTV – e três de rádio – Band News FM, Band Sat (AM), e Band FM. Sua malha de retransmissão de televisão conta com 1.209 (Band) e 17 (PlayTV) estações, ou 12% da base instalada.
66 O grupo gaúcho RBS possui 28 emissoras de rádio, mas opera somente em dois estados.

Igreja Universal do Reino de Deus

Único integrante do Sistema Central de Mídia controlado por uma organização religiosa, o conglomerado Igreja Universal do Reino de Deus possui relação com 34 grupos que controlam 156 veículos em todas as unidades da federação. São 49 emissoras de televisão, 98 rádios comerciais e 9 jornais. Números que representam 12% do total de emissoras de TV, 2,5% da base de rádios e 0,8% dos jornais. Sob seu controle direto estão 27 veículos, dos quais 18 são emissoras de TV, 7 rádios e 2 jornais.
Em termos financeiros, é o segundo maior conglomerado de mídia do Brasil. Em termos quantitativos, lidera a terceira maior rede de televisão, além de outras duas de TV (Família e Record News) e uma rede de rádio FM (Aleluia). É o quinto maior grupo privado em termos de propriedade de veículos. Suas três redes de televisão estão vinculadas a 981 retransmissoras, representando 10% da base instalada. Apesar de não controlar operadoras de TV por assinatura, distribui a programação de suas redes para empresas do setor.

Governo Federal

O ingresso do Governo Federal no Sistema Central de Mídia é relativamente recente. Ocorreu a partir de 2006, quando se inicia o processo de fusão de suas empresas de comunicação e é estabelecida a meta de instalar uma rede nacional de televisão. Isso fez com que o conglomerado estatal ultrapassasse diversos grupos privados de mídia. Hoje, ocupa a quinta posição entre os grupos de comunicação e sua rede, ainda em fase de instalação, já é a quinta maior do Brasil. Seus 12 grupos afiliados controlam ao todo 95 veículos. São 18 emissoras de TV, 76 rádios e um jornal. Percentualmente, isso significa 4% do total de televisões, 2% das estações de rádio e 0,1% dos jornais. Em seu subsistema de retransmissão aparecem 323 estações, apenas 3% da base instalada.
Entre seus afiliados, predominam organizações governamentais em nível estadual. Possui relações com os governos de Minas Gerais, Alagoas, Sergipe, Paraná, Ceará, Bahia e Amazonas. Ao mesmo tempo, mantém vínculos com duas igrejas (Assembleia de Deus e Renascer em Cristo) e dois grupos privados (Sistema Jornal e TV Leste). Dos 95 veículos associados, 46 são de controle direto, sendo alguns deles ligados às instituições federais de ensino superior. São cinco televisões, nove rádios FM, 17 AM, oito OC e sete OT. Parte deste patrimônio é oriundo da Radiobrás – Empresa Brasileira de Comunicação – e da Acerp – Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto -, fundidas, em 2007, para a criação da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

PARA SABER MAIS ACESSE: http://donosdamidia.com.br/media/documentos/DissertaSCM_RevFinal.pdf

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