Arquivo da categoria: Reflexões

Excluí o Whatsapp, veja o que mudou na minha vida!

RIP-Whatsapp

Sabem aquelas coisas que muitas vezes fazemos contra a nossa vontade? Usar o Whatsapp para mim era uma delas.

Demorei muito para ter um smartphone, só fui tê-lo no final de 2014. Antes eu me virava bem enviando SMS e ligando para os amigos até 2013, depois, percebi que muitos já tinham migrado para o tal do Zap Zap (Whatsapp) e que fazer ligações já eram coisas do passado. E bom…fui experimentar as novas tecnologias.

Pois então, utilizei o Whatsapp por três anos e meio, e faz quase dois meses que não o utilizo mais, e sinceramente não quero mais voltar.

É aquele velho clichê, “tudo na vida há vantagens e desvantagens” e ao utilizar ou não o Whatsapp não é diferente, abaixo seguem algumas mudanças que ocorreram na minha vida após deletar o aplicativo:
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Um ano desempregado e aí?

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Por: Kojiro

Esses dias fez um ano que estou desempregado.

O desemprego, é visto pela maioria de nós como uma situação humilhante, de frustração e de muito estresse. Realmente é, pois todos até mesmo o mendigo da esquina necessita de dinheiro para sobreviver. Continuar lendo

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O tempo que escorre pelas mãos

Interessante, há dois anos atrás quando eu trabalhava igual um camelo, costumava reclamar que faltava tempo para mim, tempo para ler, para me exercitar, para fazer qualquer coisa que eu achava que deveria/queria fazer.

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O fato é que, hoje estou sem: emprego fixo; sou solteiro, não tenho filhos e nem algo que me tome muito tempo, mesmo assim, ainda persisto sem avançar naquele projeto verão 2018, naquela pilha de livros para ler que continua parada, naquele hobby de desenhar que nunca sai do papel e nos cursos de aprimoramento que necessito fazer.

Se não dedico tempo as coisas que mais importam, que são as minhas metas, que raios tenho feito da minha vida!? A quem estou querendo enganar?! A mim mesmo!? Será que viverei a vida toda me contentando em ser um cara mais ou menos, viver apenas por viver? Continuar lendo

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Enfermeira revela os 5 maiores arrependimentos das pessoas em seus leitos de morte

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Por muitos anos eu trabalhei em cuidados paliativos. Meus pacientes eram aqueles que tinham ido para casa para morrer. Algumas experiências incrivelmente especiais foram compartilhadas. Eu estava com eles nos últimas três a doze semanas de suas vidas. As pessoas crescem muito quando eles são confrontados com a sua própria mortalidade.

Eu aprendi a nunca subestimar a capacidade de alguém para o seu crescimento. Algumas mudanças foram fenomenais. Cada um experimentou uma variedade de emoções, como esperado, negação, medo, raiva, remorso, mais negação e, finalmente, aceitação. Cada paciente encontrou sua paz antes deles partirem, cada um deles.
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O Voyeurismo Digital

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Por: Diego Horta

O mundo moderno em qual vivemos, criou uma nova vida social e com ela, novos paradigmas, barreiras, horizontes e conceitos. Passamos mais tempo conectados com um mundo digital ou invés do real.

Hoje existe uma enorme exposição de sua intimidade e cotidiano, criamos: seguidores, curtidores e compartilhamentos. Com o mundo moderno criamos então um novo tipo de Voyeurismo o Voyeurismo Digital.

A palavra Voyeur vem da língua francesa que descreve uma pessoa que obtém prazer ao observar atos sexuais ou praticas intimas de outras pessoas. Podemos então interpretar que ‘praticas intimas’ seja esta exposição desenfreada que a pessoa sente ao falar do seu intimo ou particular em redes socais. Assim, criamos o ato de observar esta exposição, tornamos stalkers do que o outro pensou e ou postou, sentimos prazer ao saber da vida do próximo do que na vida própria.

O entendimento da busca do voyeurismo digital é a simples fuga negando a realidade a qual vive, bloqueando problemas reais e criando nova realidade.

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A busca pela felicidade em um mundo individualista!?

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Por: Diego Horta

Desde que o mundo é mundo, buscamos nossa “felicidade” desde os primórdios, sejam elas: profissionais, pessoais ou sexuais. Hoje deparamos com um mundo onde o “pessimismo” ao negativo impera e nunca se ouviu inúmeros discursos da busca pela felicidade.

A felicidade pode-se ser compreendia como empírica e ou adquirida, quando John Stuart Mill escrevia sobre o Utilitarismo, ele afirma que: “Felicidade, entende-se o prazer e a ausência de dor; por infelicidade, e a dor e a privação de prazer”.

Porém o entendimento de felicidade é individual, o que é bom para um pode-se não ser bom para seu semelhante, e vice-versa.

Ainda usando o pensamento de Mill, a felicidade pode ser interpretada como algo “Intuitivo” e “adquirido”, Mill interpretava que o a felicidade intuitiva seriam os prazeres sexuais e os adquiridos, seriam as faculdades mentais.

Embora a busca pela felicidade possa ser individual, sua intensidade é que determina quanto importante para sua conquista.

Uma pessoa com pouco estudo pode satisfazer-se com pouco e ser mais feliz cujo aquele proveniente de um ‘intelecto maior’? Ainda usando o pensamento utilitarista, Mill afirmava que: “Melhor seria um homem insatisfeito que um porco satisfeito”, “melhor ser Sócrates insatisfeito do que um tolo satisfeito”. Contentar-se com pouco desqualificaria o ser? Ou o ato de conforma-se com sua realidade e não buscar sua felicidade seria um equívoco?

O bem maior que temos é a nossa felicidade, algo que não tocamos porém sentimos. Desde que o homem entende-se por homem vem a sua busca, como já abordado a felicidade pode ser empírica ou adquirida. A forma empírica vem dos costumes: sociais, familiares ou religiosos.

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Quando desistir torna-se um ato de coragem

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Aprendemos desde criança que a persistência é uma grande qualidade a ser desenvolvida e praticada. Quem não se lembra daquele jargão “sou brasileiro e não desisto nunca”?!?

Normalmente o ato de desistir é visto por muitos como uma fraqueza. Mas entendo que em algumas situações pode ser visto sim, como um ato de coragem.

Por exemplo, imagine um casal que tenta por inúmeras vezes reatar um relacionamento conturbado, no começo dá certo, mas em seguida eles acabam terminando, e, assim permanecem nesse ciclo vicioso. Nesse caso é preciso ter coragem para admitir que o relacionamento não está mais dando certo e terminar de fato.
Outro exemplo, é do funcionário que está há anos numa empresa esperando o seu tão sonhado aumento ou promoção, ele se esforça, mas não tem jeito não há espaço para ele, será que não é o momento de se planejar para sair dessa situação e mudar de emprego?

Ás vezes persistimos não por sermos corajosos e destemidos, mas sim, para mascarar/esconder o nosso medo de mudança, aí sim, persistir nesses casos pode ser visto como um ato de covardia e não de coragem.

Por: Kojiro

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Aos brasileiros que esperam um líder

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Nas minhas reflexões introspectivas, entro em questionamentos sobre nossa sociedade que aguarda um líder. OH SIM,um líder, pronto pra bater de frente com o sistema sozinho ou usando a massa que não despertou seu lado de liderança e acaba virando massa de manobra. Porque afinal de contas quem quer arriscar suas vidas, acomodadas, a se levantar contra o opressor? Nas condições que foi educado, conheço poucos e esses despertaram e são lideres e não seguidores. O país espera alguém que se disponibilize a levar um tiro?Alguém que possa falar por milhões de pessoas? Mais elas o seguiram até a hora de sua morte depois elas tornam a adormecer e esperar seja quantos anos for até que alguém use o cérebro e se levante como líder. São tantas as ligações que levam o ser humano no mundo que vivemos a apenas SEGUIR que se torna um condicionamento para se manter como foram doutrinados a ser pela Elite mundial, como gados.

De nada serve entrar numa luta por mudanças se você não despertar o líder dentro de você. Mentes liderantes que trabalham em grupo não seguem ninguém, cada um sabe sua função dentro do circulo coletivo de revolucionários, chega a ser sim individual, mais a união de lideres em prol de um objetivo faz a força. Seguir uma pessoa é obedecer suas regras e isso nos faz continuar sendo escravos, apenas obedecemos e não temos opinião própria, estamos lá aguardando as ordens do corajoso(a) salvador(a). E, quando o líder for morto quem tomará a frente se todos estão seguindo?Se todo grupo fosse formado por lideres, não teríamos que esperar tanto alguém se encher de coragem e ir a luta, com consequência ele atrairá seguidores sim, que se sentem protegidos perto do líder, mais muitas das vezes na historia, depois da morte o povo fica sem direção, foi assim com o seguidores de Martin Luther King e Gandhi.

Esperar um Messias é o mesmo que ficar sentado e esperar ficar rico, esperar o grande amor sem se mexer. É necessário sair da condição de subserviente e passar a se capacitar como líder. É uma destruição que exige aceitação de suas condições pra poder mudar a si mesmo internamente sem as barreiras psicológicas do orgulho, assumir que fomos ensinados a apenas seguir e querer mudar isso agora, é um grande passo para se transformar num líder, a aceitação em primeiro lugar e a auto-análise pra saber por onde caminhar, todos temos um líder dentro de nós, é necessário paciência pra nos auto-capacitarmos. Há líderes que querem seguidores, a líderes que só trabalham com líderes e a líderes solitários que tem uma militância/ativismo individual porque não querem seguir ninguém, é válido, mais tem um tipo líder frustrado, aquele que quer ter poder sobre os outros e ter seguidores.

Como Afro-descendente que sou tenho como inspiração o Partido dos Panteras pretas que atuou de 1966-1982, fundado por Huey Newton e Bobby Seale, foi um grande exemplo de coletivo que não criava gados e sim lideres, cada um fazia sua parte e usava ser potencial pra fortalecer e ajudar os guetos dos Estados Unidos, se houvesse irmãos ou irmãs que sabiam sobre leis isso era passado para a comunidade, se houvesse professores existiam escolas que ensinavam crianças sua história, todos se ajudavam, eles também sentiam a segregação racial daquele tempo.

Aqui no Brasil, há um grande exemplo de militância que é feita de forma individual e observada a anos pelo povo da favela, seu nome é Carlos Eduardo Taddeo ou Eduardo o locutor do inferno como também é conhecido, ex-facção central,do grupo de rap (ritmo e poesia) que inspirou muitos com suas letras, a maioria das composições vindas do Eduardo, que despertou muitos, Eduardo consegue inspirar uma geração que nunca foi induzida a obedecê-lo mais inspirada a se transformarem em líderes e lutarem pela suas quebradas e contra o sistema. Ele também escreveu um livro (A guerra não declarada na visão de um favelado) onde injeta estímulo dentro do favelado a lutar e se organizar.

É necessário o leitor entender que de forma coletiva ou individual somos fortes e capazes de criar mudanças, tudo depende da nossa auto-estima e condição mental, eu escrevo isso de vocês, com crença que você leitor vá se mover porque o mundo necessita de líderes pra mudar o mundo e não de um só lideres frustrados e seu gado carente e dependente. Já imaginou em um país como o Brasil cheio de lideres usando seu potencial seja você advogado, cantor, pintor, escritor, usando isso em condição de liderança pra mudar o seu circulo de vivência? Eu acredito em você, acredite em você.

Autor: Oba Ògún Omowale

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Ainda somos escravos?

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Por: Fernanda Rossi

John Lennon disse certa vez que “a mulher é o negro do mundo. A mulher é a escrava dos escravos. Se ela tenta ser livre, tu dizes que ela não te ama. Se ela pensa, tu dizes que ela quer ser homem.” Esta frase me levou na pensar na escravidão do mundo, lembrei de que a Bíblia diz que somos escravos do pecado, a psicologia que somos escravos de nossos impulsos, a publicidade que somos escravos da mídia, os relacionamentos que somos escravos de um tal jeito certo de amar, o trabalho de que precisamos dele para viver, e assim vai por uma lista interminável que nos mostra que não somos na verdade donos de nós mesmos. É uma afirmação incômoda. Entretanto, realista.

Num mundo com tantas possibilidades, numa era em que rapidamente estamos conectados com tudo e com todos que queremos, em que o saber é tão aberto, a sensação de liberdade é imensa. Mas será real?

Há uma moda dita como adequada, há a rede social dita como melhor, há a escola mais prestigiada, o jornal mais lido, os lugares mais Pops, a turma mais VIP, e não fazer parte destes grupos nos leva a uma sensação de deslocamento. Podemos escolher outras coisas, mas somos respeitados quando o fazemos?

Sinceramente creio que não. Quem esta à volta, em geral, nos diz o que seria melhor no vestir, no falar, enfim no agir.

Ser escravo é não ser dono de suas próprias vontades. É ter que obedecer ao desejo do outro. E este outro pode ser aquele que mora dentro de nós, o seu ego, que está tão ligado a conceitos e preconceitos com os quais foi criado (pela família e sociedade) que não consegue pensar sozinho. Que a capacidade de analisar o por quê de seus atos fica limitada a resposta que adolescentes dão: “todo mundo faz”, “todo mundo vai”. E que os pais respondem (pelo menos os meus respondiam): “e é o que você quer?”.

Esta pergunta é importantíssima.  Entender e respeitar o que você quer, é que faz toda a diferença. Criticas virão de qualquer jeito – sempre alguém terá uma ideia dita como melhor –  contudo, se for para errar que se erre por algo que você vê sentido, por algo que realmente quer e acredita! Alias, ser maduro é isto: escolher por si mesmo e se responsabilizar pelas conseqüências, sejam elas quais forem.

Fonte: http://blogs.odiario.com/fernandarossi

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Demissões em massa são os novos pelourinhos do século XXI

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Cerca de 42 metroviários de São Paulo foram demitidos por justa causa na data de ontem (09/06).  A demissão em massa de parte dos trabalhadores que estavam em greve tem a mesma função das chicotadas dadas nos escravos através dos pelourinhos.

O termo “pelourinho” é o nome dado ao local onde os escravos eram castigados pelos senhores de engenho. O “pelourinho” era construído nos engenhos mas também existiam nos centros das cidades. A partir daí os escravos eram castigados em praça pública para que todos pudessem assistir tal demonstração de poder. Os escravos dissidentes que não respeitassem as ordens dos seus senhores eram chicoteados aos olhos de todos para que servissem de exemplo aos demais.

O que se viu ontem nessa leva inicial de demissões dos metroviários grevistas, é justamente isso, a demissão em massa como forma de punição, serviu para intimidar a categoria e também qualquer outra que tente se rebelar. O agente Bruno Everton, de 27 anos, há dois no Metrô recebeu o telegrama informando seu desligamento no fim da manhã desta segunda. “Eu sou da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) e estou no 10º mês de mandato. Não posso ser demitido” afirmou. “O governo negociou com o cassetete na mão. Nossa demissão é política. Ele decidiu cortar as cabeças para estancar o movimento”, disse ele, na sede do sindicato, enquanto aguardava o início da assembléia.

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Ocorre, que a humilhação que antes era vista por algumas dezenas de pessoas nas praças públicas, agora possui toda a mídia alardeando a punição aos quatro ventos.

Por: Kojiro

Fonte: Circuito MT

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