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A liberdade e o trapezista

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Necessidades se medem pelo imperativo da ausência.
Comida, amor, água, admiração, carinho, sexo, sol, respeito, atenção … e, sobretudo, liberdade … o tempo, multiplicador da carência, determina o preço que estamos dispostos a pagar.
O tempo da falta … e o tempo que nos falta, ambos na razão direta do sentido de urgência.
A vida que nos dá é a vida que nos toma. E no duplo sentido de “tomados”, perdemos a liberdade.

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O que é uma falácia?

ImagemTexto enviado pelo  Felipe Skarf, agradecemos a permissão para divulgação.

“Todos nós conversamos às vezes com pessoas que nos irritam ou aborrecem. Neste caso, procure concentrar-se no assunto em discussão. Afinal de contas, os fatos são impessoais. Se você procurar honestamente assumir uma atitude generosa e tolerante, aprenderá a conversar muito melhor. ”

“A maioria de nós não consegue parar de falar pra ouvir. Normalmente enquanto uma pessoa está falando, as outras estão esperando sua vez de falar e não prestam atenção às respostas das outras pessoas.
Fazer muitas perguntas significa que você está pronto para ficar a maior parte do tempo ouvindo as respostas e analisando as palavras das pessoas e isso requer desprendimento. Mas a recompensa é fantástica!”

“Cuidado com as palavras! Cuidado com o que você ouve, lê ou escreve. Você não deve acreditar em tudo o que ouve ou lê. Você deve ter habilidade para lidar com discursos, com textos, com o que lhe dizem, com argumentos que lhe apresentam nos debates do dia-a-dia. Deve distinguir o que o vulgo confunde. Deve ter critérios para aceitar ou rejeitar enunciados, argumentos, declarações feitas. Muitas carecem de fundamentação.
São ardilosas. Enganadoras. Fraudulentas. Falsas. Falaciosas.”

“Sofismo é o argumento ou raciocínio falso ou capcioso, feito de má fé, e com o qual se pretende enganar o adversário.
Por meio de sofismos é possível manipular a multidão , os pequenos grupos e indivíduos conforme as circunstancia. Aqueles que usam a engenharia social como formas de invasão utilizam com freqüência os sofismos.
Paralogismo que se distingue do sofismo por significar um erro de raciocínio cometido de boa fé.”

Falácia é, pois, todo o raciocínio aparentemente válido, mas, na realidade incorreto, que faz cair em erro ou engano.

Tradicionalmente, distinguem-se dois tipos de falácias: o paralogismo e o sofismo. O paralogismo é uma falácia cometida involuntariamente, sem má-fé; o sofismo, uma falácia cometida com plena consciência, com a intenção de enganar.

Essa distinção não é, no entanto, aceitável, pois introduz um critério exterior à lógica – a ética. Dito de outro modo, não compete à lógica apreciar as intenções de quem argumenta. Por isso, tornam-se como sinônimos os termos falácia e sofismo.

A seguir, apresentam-se os principais tipos de falácias:

Apelo à Força (argumentum ad baculum)

Definição:
Consiste em ameaçar com conseqüências desagradáveis se não for aceita ou acatada a proposição apresentada.

Exemplo:
– Você deve se enquadrar nas novas normas do setor. Ou quer perder o emprego?
– É melhor exterminar os bandidos: você poderá ser a próxima vítima.
– Cala essa tua boca, ou não te dou o dinheiro para o show.
– Ou nós, ou a desgraça, o caos.

Contra-argumentação:
Argumente que apelar à força não é racional, não é argumento, que a emoção não tem relação com a verdade ou a falsidade da proposição.

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