Arquivo da tag: livro

Amor por $17,50

amo-manequim-beijo-merdtv

Confiram aqui um conto do grande Bukowski, do livro “Ao sul de lugar nenhum”, versão da editora L&pm:

O primeiro desejo de Robert – quando começou a pensar nessas coisas – foi esgueirar-se, em uma noite qualquer, para dentro do Museu de Cera e fazer amor com as mulheres de cera. Isso pareceu, entretanto, muito perigoso. Limitou-se a fazer amor com estátuas e manequins em suas fantasias sexuais e viver seu mundo de fantasia.

Um dia, enquanto esperava no sinal vermelho, olhou a entrada de uma loja. Era uma dessas lojas que vendem de tudo: discos,sofás, livros, trivialidades, lixo. Foi lá que a viu, parada, com um longo vestido vermelho. Usava uns óculos sem armação, tinha boa forma; digna e sexy como costumavam ser. Uma gata de classe. Então o sinal mudou para o verde e ele teve que arrancar.

Robert estacionou um quarteirão adiante e voltou caminhando até a loja. Permaneceu do lado de fora, perto da banca de jornais, e a fitou. Até os olhos pareciam reais e a boca era muito impulsiva, só um pouquinho saliente.

Robert entrou na loja e olhou o mostruário de discos. Estava, então, próximo a ela e a olhava de modo furtivo. Não, não as faziam mais dessa forma. Usava até mesmo sapatos de salto alto.

A garota da loja veio até ele.

-Posso ajudar, senhor?

-Estou apenas olhando, moça.

-Se houver algo que queira, pode me chamar.

-Certamente.

Continuar lendo

Etiquetado , , , , ,

Livro: Propaganda de Edward Bernays

NY-A-noite_2

A manipulação consciente e inteligente dos hábitos e opiniões organizadas das massas é um elemento de importância numa sociedade democrática. Quem manipula este mecanismo oculto da sociedade constitui o governo invisível que possui o verdadeiro poder que rege o destino do mundo.

Quem nos governa, molda nossas mentes, define nossos gostos e nos sugerem idéias, são em grande parte as pessoas que nunca ouvimos falar.

Este livro, é o manual da indústria de relações públicas. Bernays é uma espécie de “gurú”.
Seu grande golpe que alavancou a sua fama na década de 1920, foi de conseguir que as mulheres pudessem fumar. Nessa época as mulheres não podiam fumar, ele criou várias campanhas para a Chesterfield. Conhecemos as técnicas: modelos e estrelas de cinema com cigarros na boca. Conseguiu um enorme êxito e se converteu em uma figura destacada e seu livro um autêntico manual da manipulação.

Noam Chomsky

Vamos então usar esse manual para entender melhor o sistema e usar as técnicas contra ele próprio.

O livro está em espanhol, para lê-lo basta clicar aqui.

Etiquetado , , , , , ,

Livro: A revolução dos bichos

Imagem

Os animais da Granja Solar trabalham incessantemente, não comem o suficiente e não descansam o quanto precisam. Assim, perto da morte, um porco chamado Major, reúne os animais no celeiro e decide dividir com eles seus pensamentos e abrir os olhos deles sobre o tratamento que estão recebendo do granjeiro Jones. Ele fala sobre futuro, revolução e explica que os animais poderão trabalhar para si mesmos e que os humanos deixarão de ser a espécie dominante.
 
Após a morte de major, os animais da granja liderados por dois porcos (Napoleão e Bola de Neve) tomam a granja e a renomeiam Granja dos Bichos.
 
George Orwell é um autor muito conhecido principalmente por seus livros, 1984 e A Revolução dos Bichos, que são considerados clássicos.

Continuar lendo

Etiquetado , , ,

Livro: 1984

1984

E ai galera tudo bem?

Subimos mais um livro clássico  para a nossa biblioteca.

DOWNLOAD LIVRO 1984:
https://docs.google.com/file/d/0B83_nRk1EmwhMTk2X3dTdVJwSDg/edit?usp=sharing

Compartilhem o conhecimento 😉

Abração.

Etiquetado , ,

LIVRO: Admirável Mundo Novo

Imagem

Este livro é muitoooooooo foda! Vale a pena a leitura.

Por favor façam download dele antes que o tirem do ar.

Clique aqui para fazer o download

OBS: WTF! Observem na imagem a editora que possui os direitos de distribuição do livro no Brasil, mas são uns malditos mesmo não ?!?!?!

Etiquetado , , ,

LIVRO: O direito à preguiça

Imagem


O DIREITO À PREGUIÇA

Paul Lafargue

INTRODUÇÃO

O Sr. Thiers, no seio Comissão sobre a Instrução Primária de 1849, dizia: “Quero tornar a influência do clero todo-poderosa, porque conto com ele para propagar esta boa filosofia que ensina ao homem que ele veio ao mundo para sofrer e não aquela outra filosofia que, pelo contrário, diz ao homem: goza.” O Sr. Thiers formulava a moral da classe burguesa cujo egoísmo feroz e inteligência estreita encarnou.

A burguesia, quando lutava contra a nobreza, apoiada pelo clero, arvorou o livre exame e o ateísmo; mas, triunfante, mudou de tom e de comportamento e hoje conta apoiar na religião a sua supremacia econômica e política. Nos séculos XV e XVI, tinha alegremente retomado a tradição pagã e glorificava a carne e suas paixões, que eram reprovadas pelo cristianismo; actualmente, cumulada de bens e de prazeres, renega os ensinamentos dos seus pensadores, os Rabelais, os Diderot, e prega a abstinência aos assalariados. A moral capitalista, lamentável paródia da moral cristã, fulmina com o anátema o corpo trabalhador; toma como ideal reduzir o produtor ao mínimo mais restrito de necessidades, suprimir as suas alegrias e as suas paixões e condená-lo ao papel de máquina entregando trabalho sem tréguas nem piedade.

Continuar lendo

Etiquetado , ,

O príncipe de Maquiavel

O Príncipe foi escrito em 1513 por Nicolau Maquiavel, na época dedicado à Lourenço, Duque de Urbino – Itália.

A leitura deste livro é indispensável, pois mostra como funciona a mente de muitos de nossos governantes, e que apesar de passados 500 anos ainda continua muito atual. Provavelmente a maioria dos políticos já leram esse livro.

No transcorrer da leitura, o leitor entenderá o sentido da palavra “maquiavélico”, pois verá que Maquiavel propõe absolutamente todas as medidas para um governante se manter no poder.

CLIQUE AQUI E FAÇA O DOWNLOAD DO EBOOK DO LIVRO

ALGUNS PONTOS IMPORTANTES DO LIVRO

“A um príncipe é necessário ter o povo a seu lado e que de outro modo ele sucumbirá às adversidades.”

“Por isso, um príncipe cauteloso deve conceber um modo pelo qual os seus cidadãos, sempre e em qualquer situação, percebam que ele e o Estado lhes são indispensáveis. Só então aqueles ser-lhe-ão sempre fiéis.”

“Ora, um homem que de profissão queira fazer-se permanentemente bom não poderá evitar a sua ruína, cercado de tantos que bons não são. Assim, é necessário a um príncipe que deseja manter-se príncipe aprender a não usar [apenas] a bondade, praticando-a ou não de acordo com as injunções.”

“uma vez que gastar o que é de outros não abaterá o teu prestígio, mas o roborará.”

” Portanto, há mais prudência em ater-se à reputação de miserável, que engendra uma infâmia que não te faz execrado, do que, ao pretender a fama de liberal, incorrer inevitavelmente na de rapinante, que engendra uma infâmia que te faz odiado.”

“Nasce daí o debate: se é melhor ser amado que temido ou o inverso. Dizem que o ideal seria viver-se em ambas as condições, mas, visto que é difícil acordá-las entre si, muito mais seguro é fazer-se temido que amado, quando se tem de renunciar a uma das duas.”

“E se os homens têm menos receio de conspirar contra aquele que se faz estimar que contra aquele que se faz temer é porque a estima mantém-se mercê de um compromisso [ético], o qual, por serem os homens perversos, sempre vê-se rompido em favor de interesses pessoais, ao passo que o temor está assente sobre um medo de punição que não os abandona jamais.”

“…a experiência nos faz ver que, neste nossos tempos, os príncipes que mais se destacaram pouco se preocuparam em honrar as suas  promessas; que, além disso, eles souberam, com astúcia, ludibriar a opinião pública, e que por fim ainda lograram vantagens sobre aqueles que basearam as suas condutas na lealdade.”

“Assim, devemos saber que existem dois modos de combater: um, com as leis; o outro, com a força.”

“Aliás, razões jamais faltam a um príncipe para fundamentar o descumprimento das suas promessas.”

“Ademais, são tão simples os homens e tão simplesmente eles conformam-se às exigências do seu presente, que aquele que sabe enganar encontra sempre um outro que, justamente, se deixa enganar.”

“Não é necessário possuir todas as qualidades; é necessário porém, e muito, que pareça possui-las.”

“Porquanto frequentemente, para conservar-se no poder, terá de agir contra a sua palavra e contra os preceitos de caridade, contra os da humanidade e contra os da religião.”

“Nada é mais importante de parecer ser religioso.”

“Os homens de um modo geral, julgam mais pela visão do que pelo tato, uma vez que todos podem facilmente ver; mas somente uns poucos sentir.”

“Poucos tem o sentido do que realmente de fato és, e estes poucos não ousam contrapor-se à opinião dos muitos, que contam, em sua defesa, com a majestade do Estado.”

“De resto, pouco contam as minorias quando as maiorias têm onde se apoiar.”

“Aliás os Estados bem governados e os príncipes prudentes sempre cuidaram para não levar o desespero aos grandes e para agradar e contentar o povo, esta que é uma das mais importantes tarefas que incumbem a um soberano.”

“Além disso, nos períodos mais propícios do ano, ele deverá recrear a população com festas e espetáculos.”

Etiquetado , , , ,

A desobediência civil

Imagem

Desobediência civil é uma forma de protesto a um poder político (seja o Estado ou não), geralmente visto como opressor pelos desobedientes. É um conceito formulado originalmente por Henry David Thoreau e aplicado com sucesso por Mahatma Gandhi no processo de independência da Índia e do Paquistão.

Segue o link para download desse maravilhoso livro: http://www.4shared.com/office/SjqY0ujy/Henri_Thoreau-Desobedincia_civ.html

Etiquetado , , , , , ,

A guerra e a paz de Pierre Joseph Proudhon – Livro

proudhon
Segundo Pierre Joseph Proudhon, por que os homens deixariam de fazer a guerra, quando seu pensamento está repleto dela? Quando seu entendimento, sua imaginação, sua dialética, sua indústria, sua religião, suas artes, relacionam-se com ela, quando tudo, neles e em torno deles, é oposição, contradição, antagonismo? Mas eis que, diante da guerra, ergue-se uma divindade não menos misteriosa, não menos venerada pelos mortais, a PAZ. A ideia de uma paz universal é tão velha na consciência das nações, tão categórica quanto a da guerra.

Baixar o Livro: http://www.anarquista.net/a-guerra-e-a-paz-de-pierre-joseph-proudhon-livro/

Etiquetado ,
%d blogueiros gostam disto: