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As 25 notícias mais censuradas no mundo

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Todos os anos, a Universidade Estadual de Sonoma dos Estados Unidos/Califórnia realiza uma pesquisa científica, relacionando as: 25 notícias mais censuradas pela mídia corporativa no período.

O estudo de 2009 publicado em livro recebe o nome de Prêmio Censored 2009, e questiona como a mídia de todos os países do mundo atua em sincronia para censurar a divulgação de determinadas informações.
Ou seja, a Universidade descobriu a existência de uma espécie de PIG mundial(leia também : 15 coisas que você não sabia sobre desinformação).

MATANÇA DE 1,2 MILHÕES DE CIVIS NO IRAQUE FOI A VENCEDORA

A morte de 1,2 milhões de civis no Iraque desde a invasão pelos EUA em 2003 encabeça a lista de notícia mais censurada.

Pela dimensão e impacto deveria ser do conhecimento de todos e alimentar debates, mas o PIG mundial esconde completamente esta informação.
A reinstalação da Escola das Américas em El Salvador, orgão do Comando Sul das Forças Armadas dos EUA, que ministra estranhos ensinamentos como tortura, sabotagem, atentados a oleodutos, gasodutos e hidroelétricas, foi outra noticia extremamente censurada.

A Universidade precisa fazer uma visita ao Brasil, pois entre as 25 não há nenhuma específica daqui, mas a matéria prima é farta.
Segue a lista das 25:

1) A matança de 1,2 milhões de civis no Iraque, segundo levantamento do grupo britânico Opinion Research Business (ORB).

iraque-dor

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Exemplo do jornalismo desonesto da GLOBO

Aqui, segue apenas um dos inúmeros exemplos de desonestidade intelectual que a Globo promove.

Caro leitor, faça a leitura do título abaixo e me diga, a percepção inicial do título é positiva ou negativa?

prova inicial
Logicamente que você teve uma percepção negativa, certo? Era esse o propósito do(a) jornalista que escreveu essa manchete, ele quis criar um choque no leitor que por muitas vezes não se daria conta de ler a explicação logo abaixo do título. Note que a matéria foi criada no dia 25/02/2015 às 13h09.

APÓS alguns leitores perceberem a manipulação do jornalista, o título da matéria FOI ALTERADO, clique na imagem abaixo para ampliar:

prova final

Segue o link da matéria: http://g1.globo.com/economia/noticia/2015/02/vendas-nos-supermercados-caem-2048-em-janeiro-diz-abras.html

Precisa dizer mais alguma coisa para provar que a Globo quer CRIAR um clima de CAOS no Brasil?

Por: Kojiro

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A lógica da mídia corporativa

Esse vídeo mostra a lógica da mídia corporativa.

Imagens valem mais do que palavras. Sobre a dívida pública brasileira.

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Método de tortura

 

Por Manoel Reis

rede globo

 

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15 coisas que você não sabia sobre “DESINFORMAÇÃO”

Texto adaptado do livro:

DESINFORMAÇÃO COMO OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO OCULTAM O MUNDO – PASCUAL SERRANO (clique aqui para fazer o download).

Por hábito, ou por preguiça intelectual, continuamos pensando que a censura só é exercida pelos governos autoritários, as ditaduras que praticam na de forma ostensiva, muito visível, amputando, proibindo, cortando, suprimindo, truncando, cerceando. Em resumo, mutilando e deixando uma obra, ou informação, castrada e desmembrada. Negamo-nos a pensar no problema de saber como funciona  a censura na democracia. Partimos do princípio de que a censura é própria da ditadura, e não da democracia. Quando, na realidade, há que se partir do princípio de que a censura é própria do poder, de todo poder.

É necessário que se pergunte quais são os mecanismos da censura na democracia. Porque o que é óbvio é que a censura já não funciona por restrição, por amputação ou por supressão, como nos países onde se mata ou se aprisiona jornalistas, ou se fecha um jornal, ou são cortadas as notícias etc.

Nas grandes democracias desenvolvidas, com vexatórias exceções, isto praticamente já não acontece. O que ocorre sim, é que há muita informação que não circula, porque há superinformação. E há tanta que a própria informação nos impede – como um biombo ou uma barreira – de acessar a informação que nos interessa.

Family Watching TV Together

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O que é uma falácia?

ImagemTexto enviado pelo  Felipe Skarf, agradecemos a permissão para divulgação.

“Todos nós conversamos às vezes com pessoas que nos irritam ou aborrecem. Neste caso, procure concentrar-se no assunto em discussão. Afinal de contas, os fatos são impessoais. Se você procurar honestamente assumir uma atitude generosa e tolerante, aprenderá a conversar muito melhor. ”

“A maioria de nós não consegue parar de falar pra ouvir. Normalmente enquanto uma pessoa está falando, as outras estão esperando sua vez de falar e não prestam atenção às respostas das outras pessoas.
Fazer muitas perguntas significa que você está pronto para ficar a maior parte do tempo ouvindo as respostas e analisando as palavras das pessoas e isso requer desprendimento. Mas a recompensa é fantástica!”

“Cuidado com as palavras! Cuidado com o que você ouve, lê ou escreve. Você não deve acreditar em tudo o que ouve ou lê. Você deve ter habilidade para lidar com discursos, com textos, com o que lhe dizem, com argumentos que lhe apresentam nos debates do dia-a-dia. Deve distinguir o que o vulgo confunde. Deve ter critérios para aceitar ou rejeitar enunciados, argumentos, declarações feitas. Muitas carecem de fundamentação.
São ardilosas. Enganadoras. Fraudulentas. Falsas. Falaciosas.”

“Sofismo é o argumento ou raciocínio falso ou capcioso, feito de má fé, e com o qual se pretende enganar o adversário.
Por meio de sofismos é possível manipular a multidão , os pequenos grupos e indivíduos conforme as circunstancia. Aqueles que usam a engenharia social como formas de invasão utilizam com freqüência os sofismos.
Paralogismo que se distingue do sofismo por significar um erro de raciocínio cometido de boa fé.”

Falácia é, pois, todo o raciocínio aparentemente válido, mas, na realidade incorreto, que faz cair em erro ou engano.

Tradicionalmente, distinguem-se dois tipos de falácias: o paralogismo e o sofismo. O paralogismo é uma falácia cometida involuntariamente, sem má-fé; o sofismo, uma falácia cometida com plena consciência, com a intenção de enganar.

Essa distinção não é, no entanto, aceitável, pois introduz um critério exterior à lógica – a ética. Dito de outro modo, não compete à lógica apreciar as intenções de quem argumenta. Por isso, tornam-se como sinônimos os termos falácia e sofismo.

A seguir, apresentam-se os principais tipos de falácias:

Apelo à Força (argumentum ad baculum)

Definição:
Consiste em ameaçar com conseqüências desagradáveis se não for aceita ou acatada a proposição apresentada.

Exemplo:
– Você deve se enquadrar nas novas normas do setor. Ou quer perder o emprego?
– É melhor exterminar os bandidos: você poderá ser a próxima vítima.
– Cala essa tua boca, ou não te dou o dinheiro para o show.
– Ou nós, ou a desgraça, o caos.

Contra-argumentação:
Argumente que apelar à força não é racional, não é argumento, que a emoção não tem relação com a verdade ou a falsidade da proposição.

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O MUNDO ODEIA A GLOBO

Globo a gente NÃO se liga em você!

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O gigante sonha que acordou e pode ser golpeado (ou “Como a Globo virou o jogo”)


Na novela Flor do Caribe, atores globais interpretam caçadores da Força Aerea Brasileira. Seguindo a escola Goebles de propaganda política, a globo tem usado suas novelas para promover a imagem das forças armadas; outro exemplo foi Salve Jorge.
 por Leandro Cruz
Na novela das dezoito horas, Flor do Caribe, a Aeronáutica é mitificada; e adolescentes que sempre dormiram na aula de História (ou não tiveram acesso à educação) tatuam o emblema da cobra fumando em seus bracinhos magrelos. Os militares também apareceram como redentores da sociedade na recém-encerrada novela, Salve Jorge, das 21 horas. Em Salve Jorge, o exército, de modo especial a cavalaria, foi elevado a um patamar inédito no imaginário popular. Foi uma propaganda do tipo “Aliste-se Já!” que durou meses.
Um “golpe branco” (ou mais escuro se for preciso), como plano de contenção vem sendo preparado pelo alto escalão do Exército em parceria com os ruralistas e corporações (dos ramos de energia, comunicação, mineração e armas) conforme atestam, como provas históricas, o artigo da senadora Kátia Abreu (PSD), de outubro de 2011, intitulado “Constituinte em tempos de paz” e o discurso do general Enzo no dia do exército (19 de Abril) de 2012. O general Enzo dizia estar atento à conjuntura e antevendo o que estaria por vir:  “Visualizo tempos desafiadores. O Brasil cada vez mais precisa do seu Exército com capacidade de dissuasão e pronta resposta”, disse há pouco mais de um ano.
Antes disso, irritada com a demora para da tramitação do novo Código (anti)Florestal, a senadora Kátia Abreu escrevia considerar que “Há muita coisa na Constituição que se tornou um obstáculo a uma gestão racional do Estado e ao equilíbrio entre direitos e deveres”. Segundo ela “As ideias dominantes sobre o funcionamento do Estado, da economia e da sociedade no Brasil de 1988 já não existem mais, não servem mais.(…), precisamos de um Estado muito diferente do que foi cristalizado pelas ideias da Constituição brasileira.”
Por que esse grupo planejaria uma ruptura institucional se tais grupos já se encontram no poder, controlando o Senado, determinando a política de terra, energia e até as intervenções militares em terras indígenas? As eleições de 2010 já haviam demonstrado a nascente influência das redes sociais no processo político brasileiro.  Além disso, motivados pela revolta engasgada com as injustiças sociais e a violência policial, jovens do Norte da África e Oriente Médio se mostravam capazes de organizar processos de revolução e insurgência de uma hora para outra. O exemplo poderia se espalhar, como se espalhou, para além do mundo árabe, e a América Latina, com suas mazelas históricas, sempre foi campo fértil para corações rebeldes. É preciso lembrar que o principal fator deflagrador da Meia Revolução Egípcia de 2011 foi a extrema violência e injustiça das ações policiais contra os cidadãos, problema que no Brasil também é endêmico.
É preciso que levemos em conta os planos expansionistas da poderosa bancada ruralista de Kátia Abreu, que sonhava com a aprovação do novo Código Florestal Brasileiro ainda em 2011, o que sabiam que não poderiam fazer sem oposição. Mesmo que a comunidade científica brasileira tenha alertado e tenha desagradado parte da população, a pequena parte que de alguma forma acompanhou os debates sobre esse tema, o Código foi aprovado sem que esse fosse o estopim para um levante civil contra o sistema político falsamente representativo, onde a classe política representa apenas aos seus interesses e aos de seus patrocinadores.
O Brasil perdeu, numa emenda só, 22 milhões de hectares de mata nativa, o equivalente ao estado do Paraná, ou 22 milhões de campos de futebol. Com as novas regras, pessoas que já eram extremamente ricas e donas de áreas enormes, poderão desmatar ainda mais perto de beiras de rios, encostas e etc., prejudicando a todos, já que assim perderemos consequentemente boa parte de nossas nascentes de água, de nossa biodiversidade e da capacidade do planeta de produzir oxigênio, e limpar o ar que a civilização industrial polui. Se uma chuva de bombas nucleares lançado por alguma potência estrangeira tivesse causado tamanho impacto concentrado e de uma só vez, talvez a população do Brasil e do mundo tivesse se chocado e se levantado de fato contra alguém que fizesse uma barbaridade dessas. No entanto, a alienação causada pelo estilo de vida urbano e a televisão, que distrai o povo com outros assuntos menos importantes, foram mais do que suficientes para apaziguar a população.
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Que golpe?

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Uma explicação necessária e algumas novas peças para o quebra-cabeças dos recentes acontecimentos em todo o país.

Fonte: https://medium.com/primavera-brasileira/a321b6486c20
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[aviso aos navegantes: este texto, como tudo que escrevo, é de esquerda. se você está em dúvida sobre o que isso significa, hoje saiu um vídeo que explica de maneira simples, prática e direta, assim você pode entender melhor como seus posicionamentos se alinham no contexto político-histórico mais geral]


Há pouco mais de 24 horas descobri que um texto que publiquei aqui no Medium tinha se tornado “viral”, como dizem. Não consegui parar de ler comentários, emails, dúvidas, mensagens que chegavam me respondendo se eu estava louca mesmo (por achar que talvez houvesse um golpe de articulando, de alguma maneira). Outros, igualmente interessantes, discordavam de mim e debatiam os pontos que levantei de maneira bem inteligente. Alguns, claro, eram pura baboseira e ódio enrustido e esses, gente, eu não tenho culpa alguma em deletar.

O fato de tantas pessoas compartilharem comigo suas percepções individuais sobre os fatos mais recentes da política, das ruas, me colocou no lugar de espectadora privilegiada. Estou tendo acesso a muitas histórias, relatos, experiências que não teria de outra maneira. Para uma socióloga com um lado de jornalista, é um presente sem tamanho. Agradeço as mensagens e aviso que as responderei na medida do possível (sério, são muitas mesmo).

Essas percepções, histórias, relatos e experiências não deixam de ser peças importantíssimas nesse quebra-cabeças do qual talvez eu esteja sendo porta-voz, mas que claramente não é só meu. Quem não está confuso é porque está de olhos fechados, eu arrisco dizer. Pra ficarmos confusos e confusas todxs de vez, escolhi continuar investigando informalmente esses interesses políticos dissimulados que estão começando a se desenhar um pouco melhor de todos os lados do quadro atual.


Aviso de texto longo.
Pois é. De novo. Eu sei, gente. Mas é tanta coisa acontecendo e tão pouco tempo pra organizar a cabeça que não estou encontrando outra saída. Me perdoem. Se quiserem podem imprimir pra ler com calma. Tentei novamente dividir em partes menores pra fluir melhor a leitura.


1. Por que dariam um “golpe”, que golpe seria esse e quem seria responsável?

Essa foi a primeira pergunta que fiz a mim mesma antes da terça-feira (18). Me achei paranóica, na ocasião, porque para mim está claro que: (i) um golpe militar não combinaria tanto com a forma atual que a política brasileira e a política internacional tomaram nas últimas décadas; (ii) o governo atual, embora tenha algumas políticas de esquerda, constrói um projeto neoliberal de Estado; (iii) ainda não se desenhou publicamente nenhuma liderança ou grupo de liderança política que não esteja no poder e possa ameaçar quem foi eleito/a democraticamente.

Se eu defendo esses três pontos, porém, como posso ao mesmo tempo defender que estejamos à beira de um golpe? Do que estou falando, afinal de contas, quando uso a palavra “golpe”?

Bom, mesmo se descartarmos totalmente a possibilidade de um golpe militar (levando como brincadeira/delírio/viagem/paranoia coisas como essa, essa, essa, essa ou essa), ainda sobram diferentes formas de golpe. Um golpe, nesse caso, também não é necessariamente um golpe de Estado, que destitua a presidenta do cargo para o qual foi democraticamente eleita.

No momento atual, penso ser mais provável um golpe de opinião pública, midiático, para apoiar a instauração de políticas autoritárias e conservadoras dentro de um Estado democrático de direito. Para explicar essa percepção, preciso recorrer, como tantas vezes, à história política, que também me ajuda a explicar que grupos teriam maior interesse nesse tipo de manobra. Mais do que isso, precisamos entender de que maneira o poder sempre foi concentrado na sociedade brasileira e que ferramentas foram usadas para mantê-lo assim.

2. Quem participa do poder público no Brasil?

Em 1824 o senhor Dom Pedro I fez a primeira Constituição Brasileira. Ele era, não esqueçamos, um homem, branco, nobre, proprietário de terras. Pois bem. O direito de voto, nesse documento, se limitava a cidadãos que possuíssem uma certa renda mínima anual (que não era pouca). Chamamos isso de voto censitário. Mulheres e negros não possuíam renda, então acho que vocês conseguem imaginar quem de fato podia participar do sistema político na época.
[caso não tenha ficado claro: homens, brancos, com poder econômico]

Não houve grandes modificações nesse perfil até o início do século XX, quando a Lei Saraiva acabou com o voto censitário. Teríamos uma república socialista brasileira, logo no início do século? Que nada. Não se iludam. A mesma lei que revogou o voto censitário limitou o direito de voto aos cidadãos alfabetizados (homens ainda, que fique claro).

Caso não tenham se atentado para tal fato, o Brasil não tinha um sistema educacional público massivo. Quem frequentava as poucas escolas públicas (e muitas particulares, sobretudo no exterior) eram os filhos daqueles que já podiam votar antes, porque concentravam o poder econômico do país (latifundiários, escravocratas e seus descendentes, etc). A população negra, por exemplo, foi proibida de frequentar escolas públicas durante muito tempo. As mulheres (que puderam votar apenas partir de 1932, se fossem alfabetizadas) também não tinham escolarização, em geral. Isso quer dizer que, na prática, a mudança não mudava tanta coisa assim.

A próxima grande reforma veio na Constituição de 1934. Em termos de representatividade do povo entre o eleitorado, porém, não avançamos tanto com exceção do direito de voto das mulheres. Durante o Estado Novo (ditadura imposta por Getúlio Vargas) os direitos políticos foram revogados, e a população em geral continuou afastada do poder público. Mesmo após o fim dessa primeira ditadura, o voto continuou condicionado à alfabetização. Na ditadura militar, então, os direitos políticos foram novamente cassados.

Isso tudo significa que foi apenas em 1988 que a população brasileira como um todo conquistou o sufrágio universal. Gente, 1988. São 25 anos de lá pra cá. É pouco, bem pouco.

Isso significa também que, até 1988, a grande maioria da população era absolutamente excluída do poder público. Essa distância tem um efeito importante (e grave): faz com que o Estado pareça ser “eles”, um grupo distante e longínquo, que nada tem a ver com o “nós” daqui. Como se um não afetasse o outro. Como se nós não fôssemos responsáveis pelo Estado e nem o Estado pelas condições de nossas vidas. Sacam? Pois guardem essa informação pra jajá.

Também guardem a informação de que foi apenas em 1988 que o poder econômico deixou de ser, em absoluto, um pré-requisito para exercer algum tipo de participação no Estado. Quer dizer, os efeitos do atrelamento de um e outro nós vemos até hoje (vamos lá conferir o patrimônio dos que conseguem se eleger no legsilativo federal?). É fato inegável. Mas o primeiro pequeno passo para desatrelar poder público e poder econômico foi dado nessa Constituição.

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#Opredeglobo

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