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O tempo que escorre pelas mãos

Interessante, há dois anos atrás quando eu trabalhava igual um camelo, costumava reclamar que faltava tempo para mim, tempo para ler, para me exercitar, para fazer qualquer coisa que eu achava que deveria/queria fazer.

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O fato é que, hoje estou sem: emprego fixo; sou solteiro, não tenho filhos e nem algo que me tome muito tempo, mesmo assim, ainda persisto sem avançar naquele projeto verão 2018, naquela pilha de livros para ler que continua parada, naquele hobby de desenhar que nunca sai do papel e nos cursos de aprimoramento que necessito fazer.

Se não dedico tempo as coisas que mais importam, que são as minhas metas, que raios tenho feito da minha vida!? A quem estou querendo enganar?! A mim mesmo!? Será que viverei a vida toda me contentando em ser um cara mais ou menos, viver apenas por viver? Continuar lendo

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Um dia de liberdade

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Apesar de ser revoltado com algumas coisas do dia-a-dia, rs, costumo ser sempre “certinho” e no meu trabalho não é diferente. Já expressei aqui o meu descontentamento com ele algumas vezes, mas ficarei nele até juntar uma grana suficiente para ficar tranquilo por um tempo e ter condições de ou terminar a minha faculdade ou para ser dono do meu próprio negócio.

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Por que rotulamos as pessoas?

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Para que serve um rótulo? Oras, serve para classificar algo.

Mas, por quê temos a necessidade de rotular as pessoas? Acredito que trata-se de um processo inconsciente que nós humanos desenvolvemos, para, primeiramente, sabermos em como lidar com determinada pessoa e também para prevermos as ações dela.

O nosso cérebro consegue fazer essa rotulação em pouquíssimo tempo, e é por isso que nas muitas vezes em que conversamos com alguém que não conhecemos, começamos a analisá-la a fim de classificá-la como confiável ou não. Serve como uma autodefesa.

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O idiota…

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Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia. Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas. Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 400 REIS e outra menor, de 2.000 REIS.

Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos. Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda nao havia percebido que a moeda maior valia menos. Eu sei respondeu o tolo assim: Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e nao vou mais ganhar minha moeda.

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